Bienal 2013, Literatura
Graciliano e seus ramos

Graciliano e seus ramos

O escritor Graciliano Ramos, assim como sua obra, é assunto recorrente em palestras e mesas-redondas na VI Bienal Internacional do Livro de Alagoas. Inserida na programação do I Seminário Graciliano Ramos, que teve início na noite de ontem, a manhã desta quinta-feira (31) contou com uma mesa-redonda composta por estudiosos da obra do mestre Graça.

Além de Ricardo Ramos Filho, escritor e neto de Graciliano, o jornalista Maurício Melo Junior, a professora Belmira Magalhães e a escritora Isvânia Marques explanaram sobre o tema Os ramos na obra de Graciliano.

É conhecida grande parte da contribuição de Graciliano Ramos não só para a literatura, mas também para a política e imprensa alagoana e brasileira. Sua abordagem sobre a realidade do nosso país continua atual, mesmo depois de tantos anos.

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Porém, para Ricardo Ramos Filho que, além de escritor infanto-juvenil, estuda sobre a trajetória e as obras do avô, os ramos deixados por Graciliano são muito amplos – como homem de imprensa e político – mas os principais ramos são suas obras. “Devemos lembrar a importância de Graciliano como escritor e extrair de suas obras toda universalidade que elas trazem”, disse.

Ricardo falou sobre qualidade das obras infanto-juvenil de Graciliano, como A terra dos meninos pelados e frisou também a insatisfação ao desconhecimento de muitos com relação à obra do avô. “Em um país onde se lê tão pouco e o culto à personalidade é tão grande, muitas pessoas falam sobre Graciliano sem nunca ter lido algo seu”.

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